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Racismo, ancestralidade e resistência pautaram encontro entre Brasil e Uruguai no EUMELANINA

9 de out.
1 min de leitura

O Instituto EUMELANINA de Arte, Cultura e Educação, em parceria com o Grupo de Pesquisa RASURAS, realizou, no dia 10 de setembro, às 15h, a roda de conversa “Afro-Anco DiKebrada: Encruzilhadas Ladino-Amefricanas”, na sede da instituição, no 1º andar da Biblioteca Paulo Freire, em Escada.


A atividade contou com a participação da Profª Ana Karina Moreira Godoy, psicóloga uruguaia, pesquisadora do INCT Antirracismo e integrante da Coordinadora Nacional Afrouruguaya. O encontro promoveu um diálogo entre experiências de comunidades negras do Brasil e do Uruguai, tendo como eixos racismo, ancestralidade, educação e resistência.


A roda de conversa refletiu sobre como a ancestralidade, as práticas comunitárias e a produção coletiva de conhecimento podem atuar como ferramentas de união, proteção e enfrentamento ao racismo. A proposta também aproximou experiências de diferentes territórios, identificando pontos em comum e valorizando suas especificidades na construção de uma educação antirracista.


A iniciativa integrou as ações de intercâmbio e articulação do Instituto EUMELANINA, fortalecendo a troca de saberes e experiências entre territórios e ampliando o diálogo sobre as formas de resistência e produção de conhecimento das comunidades negras nas Américas.


 
 
 

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